sexta-feira, 3 de junho de 2011

7° fichamento
Uso de serviços odontológicos por pacientes com síndrome de Down

Rev. Saúde Pública vol.42 no.4 São Paulo Aug. 2008

A saúde bucal representa um aspecto importante para a inclusão social de pessoas com deficiência. Raramente as doenças bucais e as malformações orofaciais acarretam risco de morte, entretanto, causam quadros de dor, infecções, complicações respiratórias e problemas mastigatórios. Do ponto de vista estético, características como mau hálito, dentes mal posicionados, traumatismos, sangramento gengival, hábito de ficar com a boca aberta e ato de babar podem mobilizar sentimentos de compaixão, repulsa e/ou preconceito, acentuando atitudes de rejeição social.
A saúde bucal ainda é vista com baixa prioridade quando comparada aos cuidados médicos dedicados ao indivíduo acometido pela síndrome. Sempre deixam os problemas bucais em segundo plano. Existe varias associada estatisticamente com a atenção odontológica das crianças e adolescentes com síndrome de Down, existe um grande problema com a higiene bucal dessas pessoas. Algumas crianças já foram ao menos uma vez ao dentista. Mais não tem a atenção necessária.
A atenção odontológica recebida pelas crianças e adolescentes com síndrome de Down esta sendo influenciada, além da idade, pela postura dos profissionais que as assistem, mostrando a importância desses cuidados com a prática de atendimento integral.

6°fichamento
O ato de comer e as pessoas com Síndrome de Down

 Rev. bras. enferm. vol.62 no.3 Brasília May/June 2009

Andréa Giaretta; Angela da Rosa Ghiorzi
Universidade Federal de Santa Catarina. Programa de Pós-Graduação em Enfermagem. Florianópolis, SC

A pessoa é um ser de relações que pensa, sente, se emociona e que tem um significado de vida inserido no seu cotidiano. Sua motivação em viver o significado e a relevância de sua vida, faz com que ela tematize o mundo a partir de suas vivências. os pais de crianças com Síndrome de Down buscam compensar seu erro cromossômico através da liberdade irrestrita de suas vontades, onde o ato de comer pode assumir gigantescas proporções de contribuição para o sobrepeso e a obesidade
Crianças e adolescentes com Síndrome de Down que demonstraram um aumento na prevalência de obesidade desde a primeira infância(6). Este dado, somado ao fato de que crianças com Síndrome de Down necessitam de calorias idênticas às crianças que não têm a Síndrome, vem reforçar a importância do acompanhamento nutricional desde a tenra idade nesta população, para prevenir o aparecimento do sobrepeso e da obesidade
Existe a  influência do contexto externo, social, no contexto interno da família e, mais especificamente de cada membro familiar. A independência das pessoas com Síndrome de Down nas suas escolhas alimentares, bem como no preparo dos alimentos, é possível e viável desde que essas pessoas saibam o que querem e como podem fazê-lo, além de serem compreendidas, respeitadas, acreditadas e estimuladas
O ato de comer é um ato construído socialmente e deve ser visto e entendido a partir dos vários olhares das áreas do sabe. A família é fundamental dentro do papel de educação nutricional, porque é ela quem transmite para seus filhos o primeiro significado do ato de comer, a partir de sua construção social.
05 Fichamento



Inclusão de crianças com Síndrome de Down no ciclo I do ensino fundamental.


SCHWARTZMAN, José Salomão. Síndrome de Down. São Paulo: Mackenzie:
Memnon, 1999

A escola é um canal de mudança, portanto a inclusão de crianças com
Síndrome de Down na rede regular de ensino pode ser um começo para outras
Transformações não somente de pensamentos mais também de atitudes.
A palavra incluir significa abranger, compreender, somar e é nisso que deve
se pensar quando se fala em inclusão de pessoas com deficiência, é trazer para
perto, dar a ela o direito de ter as mesmas experiências, é aceitar o diferente e
também aprender com ele.
É preciso acreditar que a educação é algo que deve ser renovado a cada dia.
Assim como o mundo vem se evoluindo, os educadores precisam fazer com que
seus conhecimentos sejam passados de maneira criativa e prazerosa, não ter medo
de novos desafios e nesse caso estar pronto para receber crianças com deficiência.
A criança com Síndrome de Down inclusa na escola de ensino regular tem
grandes chances de melhor se desenvolver porque esse ambiente para ela
certamente será mais desafiador, do que para os outros alunos sem deficiência, e é
isso que vai servir de estimulo para que ela se desenvolva.
A criança com Síndrome de Down aprende num ritmo diferente das outras
crianças mais isso não significa que ele não vai aprender, e sim que ele necessita de
mais estímulos do que as outras crianças para chegar à aprendizagem.
É perfeitamente possível que uma pessoa com Síndrome de Down chegue a
cursar faculdade, fazer cursos profissionalizantes enfim se tornar um profissional
tudo vai depender do grau da sua deficiência e também dos estímulos e
oportunidades que serão dadas a essa pessoa.
04.Fichamento de genética


Síndrome de Down  versus alteração de linguagem: Interação comunicativa entre pais e filhos

Universidade de São Carlos Centro de Educação e Ciências Humanas Programa de Pós-graduação em Educação Especial
Maria Grazia Guillen Mayer

O desejo de se expressar é necessário e origina de vários esforços  na vida dos ser humano.Existe uma necessidade de interagir com outros seres humanos como meio de sobrevivência .Há uma necessidade em troca de mensagem, seja pelo  o natural,espontâneo ou inconsciente (na fala,escrita,troca de olhares..)
Foram feitas pesquisas com o objetivo de investigar a interação de pais de crianças com síndrome de down e seus filhos e pais de crianças com alterações de linguagens e suas mães. A interação mãe-criança é uma fonte importante de estímulos cognitivos e lingüístico durante o período em que a criança  está desenvolvendo a linguagem, A efetividade mãe-criança ajuda á compreensão das dificuldades das crianças. A família é o primeiro lugar  onde a criança ira estabelecer seus vínculos.é nescessarios que os pais estejam preparados e saibam as melhores maneiras de proporcionarem os melhores estímulos para essas crianças.
. A pesquisa mostrou que mãe de crianças com alterações de Linguagens apresentam comportamentos  mais adequados na interação com seus filhos ,mostram equilíbrio de atividade dialógica ,mais paciência,complexidade nos discursos. Mães de crianças com Síndrome de Down  mostraram mais interesse  durante a interação comunicativa , mais as crianças com Síndrome de Down tiveram dificuldades na compreensão de regras  e instruções  e menos interesse.



03 Fichamento.
Síndrome de Down: estudo exploratório  da memória no contexto da escolaridade
Susana C. Lima_,a, Cândida Sousab, Rafael Bender das Chagas Leitea, João C.
Alchierib, Regia H. Silvaa, Fabíola S. Albuquerquea
aPrograma de Pós-Graduação em Psicobiologia, Departamento de Fisiologia, Universidade
Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Natal, Rio Grande do Norte, Brasil; bPrograma de
Pós-Graduação em Psicologia, Departamento de Psicologia, UFRN, Natal, Rio Grande do
Norte, Brasil
A idéia de uma sociedade inclusiva tem se mostrado cada vez mais favorável  as pessoas com síndrome de Down  devido as suas habilidades  tanto sociais, quanto emocionais, que facilitam a sua interação em ambiente diverso como escolas, igrejas, clubes.
A influência do desequilíbrio genético  no processo de informação  dentro do sistema nervoso  gera um tempo maior entre o estímulo e as respostas  devido a afetar o desenvolvimento de habilidades cognitivas que utilizaram os recursos de linguagem  tipo pensar,raciocinar e relembrar tendo dificuldades de linguagem e memória na dificuldade de aprendizagem.  A comparação entre indivíduos com desenvolvimento típico ou com indivíduos com deficiência intelectual de outras etiologias sem, no entanto, aterem-se no tipo de escolarização que estes indivíduos receberam ou recebem.


Os testes utilizados para a análise dos sujeitos foram o span de
dígito, o de recordação livre e de reconhecimento de palavras e subtestes Os resultados sobre o desenvolvimento da linguagem e da memória mostrou que crianças com síndrome de Down  da escola regular tiveram uma vantagem de dois anos em relação aquelas de escola especial. A memória é uma das funções mais imprescindíveis para a aprendizagem de forma satisfatória, mais os indivíduos com síndrome de Down apresentam um déficit significativo na memória.
Esta pesquisa colabora com a idéia de que o ambiente educacional das pessoas com
SD exerce uma influência determinante no fenótipo comportamental. O melhor desempenho foi do grupo de escola regular comparado  com a escola especial.Este tipo de abordagem,que compara os indivíduos com SD entre si levando em consideração o ambiente, aponta para resultados importantes em áreas fundamentais de desenvolvimento comportamental cognitivo.

3° tarefa

2.Fichamento

Idade dentária  com pacientes  com síndrome de Down.

Braz. oral res. v.21 n.3 São Paulo jul./set. 2007
Mari Eli Leonelli de MoraesI; Michelle Silva BastosII; Luis Roque de Araujo dos SantosIII; Julio Cezar de Melo CastilhoIV; Luiz Cesar de MoraesV; Edmundo Medici FilhoV

Pacientes com síndrome de Down tem um erro cromossômico  resultante de uma trissomia provavelmente  devido a não-disjunção  durante a gametogênese (miose).Envolvendo um conjunto de sinais e sintomas caracterizando um atraso no desenvolvimento da função motora e mental dos seus portadores.
Devido aos aspectos mentais apresentam na coordenação motoras  e inteligência. As crianças de Down  encontra um atraso na maxila e na mandíbula tanto em machos quanto em fêmeas. Apresentam alterações dentária envolvidas com doenças periodontal sendo um achado universal tendo uma incidência de 90-96%; Redução de cárie aumenta  a de incidência de má oclusão, anomalias dentárias, atrás de erupção de dentes permanentes, dentes impactados macroglossia..
O objetivo da pesquisa foi avaliar o atraso ou adiantamento na mineralização dos dentes permanentes de pacientes com Síndrome de Down.  A idade dentária dos pacientes seja do sexo masculino ou feminino é predominante avançados. A diferença entre a idade dentária e cronologia foram apenas de 12 meses, e isso significa que a maioria dos pacientes apresentou um desenvolvimento normal.

3° tarefa da gincana

1° Fichamento.



Sexualidade da pessoa com síndrome de Down
Rev. Saúde Pública vol.37 no. 1 São Paulo Feb. 2003
Talita Borges Castelãoa, Márcio Ruiz Schiavob e Pedro Jurbergc

A síndrome de Down (SD) é a alteração genética mais comum nos seres humanos,  essa cromossopatia  provoca mais deficiência mental que qualquer outra doença. Dependo da idade materna as possibilidade  aumentam de uma criança nascer com SD.
Não existe cura para a SD.A  cada dia que se passa as condições de vida dessas pessoa tem melhorado significadamente. Algumas pessoas classificam  a sexualidade das pessoas cm SD  semelhantes as das outras pessoas  porem existe aquele  que consideram inexistente  ou que deve ser reprimida..
Algumas mães  dizem que seus filhos não estão preparados, que não tem maturidade para ter uma vida sexual ativa, nem utilizam os diálogos  subestimando  a capacidade deles entenderem .O interesso da sexualidade dos filhos é maior do que os pás suspeitam.
Se chegarem a admitir a possibilidade de uma vida sexual ativa  os pais devem determinar a vivência dos filhos  de acordo com o desejo deles. A sexualidade tem que ser independente da deficiência, essas pessoas sonham em um dia se casar, elas tem o direito de viver  de experimentar  a  sexualidade de modo gratificante.
O respeito pelos outros deve ser suficiente para que elas vivam plenamente como um ser humano. A sexualidade das pessoas com SD estrutura-se como nos demais seres humanos, embora seja vivenciada com restrições percebidas por elas mesmas a depender do contexto social no qual estão inseridas.